Se senta em um canto
e observa a luz da noite entrando pela janela.
Paro, não penso, não-eu,
Para fluir como rio
que não sabe de si mesmo,
apenas é, inteiro,
na sua extensa composição
miércoles, 13 de abril de 2011
O olho atento Penetrando o próprio silêncio bicho que escava a terra corpo sentindo movimento A plasticidade de ser gota d'água deslizando no vidro planta movida no vento
Éramos como niños jugando, Éramos brujos, contemplando lo desconocido, Cada pensamiento, cada sonido tocaba el hilo que nos envolvía, una isla donde la realidad se cambiaba, más honda que piel y materia, la comunicación se hacía distinta. Miedo y alegría se mezclaban, imaginación, infancia, desiertos, un huracán que subía por los cuerpos en olas azules, rojas, amarillas. Sosteníamos el hilo con delicadeza, hilo de pensamientos, sensaciones y sentidos.
domingo, 6 de junio de 2010
DESANUVIO
jueves, 20 de mayo de 2010
Um fio esticado. Sendo tensionado cada vez mais. Se sente que vai partir. Passa por todo o corpo. Fio que amarra sentimentos. Esticam de um lado a outro. Toda uma vida amarrada naquela fragilidade. Finalmente se parte. Em queda livre até cair em azul de mar, fundo. Nada se escuta, olhos abertos. Momento paralisado imerso em água. Depois da queda, flutua, contemplando aquela vida desconhecida, marítima.
miércoles, 17 de marzo de 2010
De um ponto a outro, De um vazio a outro se criam espaços. O que se prova Sentindo o sabor do presente, Experimenta e vive. Ver o outro, Sem esperar, sem julgar, Ser humano possível e indecifrável no primeiro contato, Desejo de comunicação próxima De escutar suas palavras, Saber da sua personalidade e sua sabedoria, sua beleza. Aprendo, recém-nascido freqüente Por desejo de me transformar De ver de uma nova perspectiva. Saio de um ambiente acomodado, Me jogo em movimento Deixando retratos no chão. Sou o mesmo O que muda é a percepção sutilmente. O que sou, sou Sem poder deixar de sê-lo no próprio instante.